Miguel Oliveira explicou hoje em conferência de imprensa como se sente motivado para a nova época e quais têm sido os seus grandes desafios durante o período de testes privados e oficiais, fazendo um balanço de pré-época num momento em que já rodou bastante com a sua Kalex mas em que ainda há alguns ajustes a fazer antes da prova inaugural no Qatar. No final, o jovem de Almada anunciou ainda a sua participação no campeonato de resistência de Portimão agendado para 10,11 e 12 de Junho deste ano.
O piloto português começou por explicar como foi esta evolução na sua carreira num momento em que está a escrever um novo capítulo desportivo: “Durante estes anos a minha evolução foi notória. Cinco anos numa categoria nova e ao longo dos anos houve sempre uma evolução importante tanto da parte técnica que envolvia as motos como também da minha pilotagem. Este ano naturalmente decidi fazer o passo para uma categoria superior e as diferenças são enormes desde os pneus à potência, entre outras coisas que requerem uma adaptação tanto da minha parte como da parte da equipa.”
Já sobre a pré-época, o balanço tem sido positivo: “Tenho tido boas sensações. Desde os testes privados em que me sinto cada vez mais à vontade com a moto. Depois de ter fraturado dois dedos, isso condicionou um pouco o meu desempenho mas tenho feito uma evolução natural. “Tenho um estilo muito próprio talvez seja muito sensível às relações humanas dentro da equipa. Gosto sempre de entender muito aquilo que faço e o porquê de ser rápido, não sou daqueles pilotos que se limitam a acelerar a fundo. As boas notícias são que ainda temos 3 dias antes da primeira corrida e portanto ainda há alguma margem de manobra para continuar a trabalhar.”
O piloto aproveitou o momento para reforçar como gostaria de correr em Portugal, adiantando a sua participação no campeonato do mundo de resistência: “Fazia mais do que sentido para mim e seria um sonho poder representar Portugal numa corrida no meu país. E aproveito para dizer que vou ter oportunidade de correr no campeonato do mundo de resistência de Portimão e isso também espelha muito bem a minha vontade de correr em Portugal.”
Para o início da época, o jovem revela estar ansioso: “Todos os anos fico, mas este ano é uma sensação diferente, são pilotos que eu não conheço em corrida não sei como será competir com eles, o quanto tenho que dar no início… Portanto vai ser uma descoberta.” Remata.