Foram precisamente 4452 as curvas que o Miguel teve que ‘desenhar’ em 2020 para chegar aos 125 pontos que lhe valeram o brilhante nono posto da classificação geral. O registo pode parecer de alguma forma surpreendente, mas mais é certamente quando analisamos prova a prova o ‘esforço feito’ em corrida.
Com 14 etapas no ajustado programa do ano, o Miguel curvou em 13 dessas mesmas corridas, das quais venceu duas depois de ter ‘deitado e levantado’ a sua moto por 280 vezes (GP da Styria) e 375 (Portimão). A contabilidade é simples: 10 curvas na Áustria multiplicadas pelas 28 voltas realizadas nos dois momentos do GP da Styria, juntando ainda as 25 voltas ao AIA com as suas 15 curvas.
Mas os GP’s onde mais vezes curvou foram os dois realizados no Misano World Circuit Marco Simoncelli, com 432 curvas após as 27 voltas ao traçado italiano que conta com 16 curvas. Este não é o que mais curvas apresentou em 2020, com a honra a caber ao Motorland Aragón que coloca perante os pilotos um total de 17 curvas, mas pelo facto de ter menos voltas no decorrer do GP não ultrapassa o registo do traçado junto ao Adriático.